Friday, November 10, 2006

Quanto mais a gente se perde no tempo, mais as coisas parecem passar rapidamente. É uma louca contradição, provavelmente não entendível, mas é sempre a essa conclusão que chego. Nossa, nem eu entendi isso que acabei de escrever, mas fluiu de uma maneira tão normal e ao mesmo tempo inconsciente, que e pareço estar hipnotizada ou sei lá o que.
Ultimamente tenho sentido muitas saudades dos tempos que as pessoas sempre saíam, aí a gente andava pela rua de galera, no começo com saquinho de vinho, depois só rolava copacabana hi-fi! Ah, tempos felizes que todo mundo se ligava pra sair, a gente dava tanta risada, não tinha problema nenhum e, mesmo que tivesse, a gente esquecia de tudo e curtia como se fosse o último dia! Agora ninguém mais se vê, cada um com seu problemas, seus afazeres, etc. Ainda sonho com o dia em que todos se encontrarão, como era antes. Ah, feliz utopia.
Mas...estou feliz, amando e traçando um futuro invejável!


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Sunday, September 17, 2006

Daqui à algum tempo talvez eu volte a postar nisso aqui. Bom, as coisas estão boas demais, e como só gosto de escrever coisas ruins, estou impossibilitada de criar.


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Saturday, July 29, 2006

Me sinto como se tivesse 7 anos, e recém aprendido a andar de bicicleta, satisfeita com meus progressos. É bom quando os sentimentos não mais se misturam, e você pode administrá-los com mais clareza. Fruta madura caindo do pé, caindo pro mundo, agora muito mais experiente e ciente do que poderá lhe acontecer. Não adianta apenas querer ser gente grande, isso não acontece de uma hora pra outra. Quando percebemos, já estamos preparados para as incríveis situações que nos esperam e, é tão satisfatório sentir-se madura, muitas coisas mudam, as bobeiras infantis se perdem nos antigos porta-retratos empoeirados, os amores não passam de simples páginas do meu diário. É excitante ver a vida com outros olhos, mais observadores e menos ingênuos.
Pensando por outro lado, acho que estou me tornando fria, é difícil poder confiar em alguém, sei que tenho muitos amigos que sempre me ajudaram imensamente, mas agora tenho medo de confiar a eles minhas dúidas, meus desejos, minhas angústias...Agora grardarei tudo para mim, como uma bexiga, enche, enche, enche, enche, quem sabe um dia essa bexiga ainda estoure?



Isso é muito pessoal, é o que to sentindo, não é legal de ler, mas DANEM-SE vocês que não gostaram.

Friday, July 14, 2006

Tinha um caminho no meio da pedra,
no meio da pedra tinha um caminho.

Sunday, July 09, 2006

Não iria escrever, porque só tenho em mente coisas negativas, mas achei que seria desleixo da minha parte, ou alguém poderia pensar que há tempos não escrevo apenas por preguiça. Bom, o que importa é que vou escrever.
A conclusão que tirei do fim de semana, foi que tenho bons amigos, e nem imaginava o quanto isso é ótimo. Quando precisei eles estavam lá, me carregando(sem detalhes). Sei que nenhum deles vai ler isso aqui, mas queria pelo menos agradecer, meus amigos, por vocês existirem, e por me proporcionarem uma vida tão mágica e cheia de emoções. Nossa, isso aqui ficou um tanto quanto ridículo e meloso, mas é a verdade, é o que eu sinto.
Ah, hoje está tudo improdutivo, não consigo nem escrever algo bom pra postar aqui, droga.
Hoje assisti a uma reportagem muito boa, que fala dos neo-nazistas. Gente, eles são ridículos, e aina acreditam naquela balela toda de raça pura. Ah, não quero mais falar sobre isso que fico nervosa. Sou assim mesmo, não posso ficar sabendo de nada triste que "tomo as dores" das pessoas, sou sensível, algo que as vezes é bom, mas em excesso atrapalha.


Totalmente fútil, bom, é o que eu sou.

Sunday, July 02, 2006

Impossível avaliar meu grau de leiguice em certas ocasiões. Queria poder não ser tão mesquinha e fútil ao tirar conclusões geralmente precipitadas. É ridícula minha atitude de não valorizar o que as pessoas têm de bom, e ressaltar seus defeitos. Queria não precisar mais usar aquele clichê:"Se arrependimento matasse."Queria poder fazer a vida valer a pena, sem pensar no amanhã, e no que as pessoas vão dizer quando souberem o que eu fiz. Deixo de fazer muitas coisas por medo dos outros, do que eles vão pensar, e qual será a repercussão de meus atos impensados. Estou neurótica sim, e descontente com esse pseudo-preconceito que me cerca. Danem-se, filhos de um bando de putas.

Saturday, June 24, 2006

Difícl enumerar os acontecimentos desprezíveis pelos quais estou passando. Minha vida agora torna-se tão útil para as pessoas com quem convivo, e tão dispensável para mim. É tão difícil saber que a felicidade, e até mesmo a vida de certas pessoas dependem de mim, se eu falhar, não sei o que pode ser delas. A responsabilidade que guardo comigo é tão relevante, que se algo me acontecesse eu não lamentaria por mim, mas sim pelas pessoas por quem tenho de zelar. Agora virá uma temporada triste, sem muitas expectativas, apeas dias repetitivos e frios, como se fossem a mesma página de um livro de tragédia. Lamentável, lamentável...

Saturday, June 17, 2006

Ontem foi mais um dia inútil, e alguém fez falta. Fez falta por sua futilidade. Pasmem, mas é isso mesmo. Alguém tão desnecessária, mas que se estivesse por perto faria a diferença. Ah, como me engano com as pessoas, infelizmente. Mas agora estou aprendendo a lidar com as máscaras delas. Tenho a minha própria máscara, as vezes é preciso forjar uma personalidade, e se fazer de ingênua, ou de muito inteligente. É uma pena precisarmos agir assim, realmente.
Bom, não estou muito inspirada hoje, e como ninguém vai ler isso aqui mesmo, não vou desperdiçar palavras.


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Thursday, June 15, 2006

Começando.

Bom, na verdade estou começando isso aqui, mesmo sabendo que ningfuém vai ler, mas preciso, realmente, de um lugar mais sério que o fotolog pra escrever minhas neuras.
Hoje não vai ter nada além desta mera apresentação.
Carolina. Feliz da vida. Encanada, às vezes.




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