Saturday, July 29, 2006

Me sinto como se tivesse 7 anos, e recém aprendido a andar de bicicleta, satisfeita com meus progressos. É bom quando os sentimentos não mais se misturam, e você pode administrá-los com mais clareza. Fruta madura caindo do pé, caindo pro mundo, agora muito mais experiente e ciente do que poderá lhe acontecer. Não adianta apenas querer ser gente grande, isso não acontece de uma hora pra outra. Quando percebemos, já estamos preparados para as incríveis situações que nos esperam e, é tão satisfatório sentir-se madura, muitas coisas mudam, as bobeiras infantis se perdem nos antigos porta-retratos empoeirados, os amores não passam de simples páginas do meu diário. É excitante ver a vida com outros olhos, mais observadores e menos ingênuos.
Pensando por outro lado, acho que estou me tornando fria, é difícil poder confiar em alguém, sei que tenho muitos amigos que sempre me ajudaram imensamente, mas agora tenho medo de confiar a eles minhas dúidas, meus desejos, minhas angústias...Agora grardarei tudo para mim, como uma bexiga, enche, enche, enche, enche, quem sabe um dia essa bexiga ainda estoure?



Isso é muito pessoal, é o que to sentindo, não é legal de ler, mas DANEM-SE vocês que não gostaram.

Friday, July 14, 2006

Tinha um caminho no meio da pedra,
no meio da pedra tinha um caminho.

Sunday, July 09, 2006

Não iria escrever, porque só tenho em mente coisas negativas, mas achei que seria desleixo da minha parte, ou alguém poderia pensar que há tempos não escrevo apenas por preguiça. Bom, o que importa é que vou escrever.
A conclusão que tirei do fim de semana, foi que tenho bons amigos, e nem imaginava o quanto isso é ótimo. Quando precisei eles estavam lá, me carregando(sem detalhes). Sei que nenhum deles vai ler isso aqui, mas queria pelo menos agradecer, meus amigos, por vocês existirem, e por me proporcionarem uma vida tão mágica e cheia de emoções. Nossa, isso aqui ficou um tanto quanto ridículo e meloso, mas é a verdade, é o que eu sinto.
Ah, hoje está tudo improdutivo, não consigo nem escrever algo bom pra postar aqui, droga.
Hoje assisti a uma reportagem muito boa, que fala dos neo-nazistas. Gente, eles são ridículos, e aina acreditam naquela balela toda de raça pura. Ah, não quero mais falar sobre isso que fico nervosa. Sou assim mesmo, não posso ficar sabendo de nada triste que "tomo as dores" das pessoas, sou sensível, algo que as vezes é bom, mas em excesso atrapalha.


Totalmente fútil, bom, é o que eu sou.

Sunday, July 02, 2006

Impossível avaliar meu grau de leiguice em certas ocasiões. Queria poder não ser tão mesquinha e fútil ao tirar conclusões geralmente precipitadas. É ridícula minha atitude de não valorizar o que as pessoas têm de bom, e ressaltar seus defeitos. Queria não precisar mais usar aquele clichê:"Se arrependimento matasse."Queria poder fazer a vida valer a pena, sem pensar no amanhã, e no que as pessoas vão dizer quando souberem o que eu fiz. Deixo de fazer muitas coisas por medo dos outros, do que eles vão pensar, e qual será a repercussão de meus atos impensados. Estou neurótica sim, e descontente com esse pseudo-preconceito que me cerca. Danem-se, filhos de um bando de putas.